O cenário político do Maranhão passa por uma reconfiguração que deixa claro quem hoje tem as rédeas do estado: o governador Carlos Brandão. Com equilíbrio e firmeza, ele tem conduzido a máquina pública em meio às turbulências criadas pelos chamados dinistas, que buscam manter influência após a saída de Flávio Dino para o cenário nacional.
Enquanto parte da classe política ainda discute rupturas e ressentimentos, Carlos Brandão mostra resultados concretos em gestão. Obras de infraestrutura, avanços sociais e investimentos estratégicos — como a ampliação do Porto do Itaqui e a chegada de novos empreendimentos industriais — reforçam a imagem de um governo comprometido com o desenvolvimento.

Esse capital político tem servido de base para a preparação de Orleans Brandão, nome escolhido como pré-candidato do grupo governista para a sucessão de 2026.
Jovem, articulado e próximo da realidade dos municípios, Orleans já começa a despontar como renovação e continuidade da gestão que está transformando o Maranhão.
Do outro lado, os dinistas tentam se reorganizar, mas enfrentam dificuldades para manter unidade. A mudança de comando em partidos como o PSB expôs divergências internas, e antigos aliados agora demonstram pouca disposição para seguir sob a mesma liderança. Nas ruas, o eleitorado mostra sinais de cansaço com discursos antigos e pouca conexão com as demandas atuais.
Na Assembleia Legislativa, o governo Brandão tem mantido maioria sólida, mesmo após movimentações de blocos parlamentares. A defesa firme do Executivo pelos deputados da base mostra que, apesar do barulho de alguns opositores ligados aos dinistas, a governabilidade segue assegurada.
Com Orleans Brandão, o governador sinaliza uma transição responsável e planejada. A pré-candidatura surge não apenas como continuidade administrativa, mas como renovação política capaz de dialogar com juventude, empreendedores e trabalhadores. Essa estratégia tem potencial para unir diferentes correntes que reconhecem nos resultados do governo a credibilidade necessária para avançar.
O Maranhão vive um momento de escolhas. De um lado, um governo que entrega obras, emprego e políticas sociais, liderado por Brandão e projetando Orleans como futuro. Do outro, os dinistas, mais ocupados em tentar preservar espaço do que em apresentar soluções concretas.
A tendência é clara: o eleitor maranhense está mais atento a resultados do que a disputas pessoais. E, nesse campo, o governo Brandão larga na frente.